AUTOPISTA LITORAL SUL DOA TRATORES PARA AS COMUNIDADES INDÍGENAS DE ITANHAÉM, CANELINHA, AMÂNCIO E AMARAL

AUTOPISTA LITORAL SUL DOA TRATORES PARA AS COMUNIDADES INDÍGENAS DE ITANHAÉM, CANELINHA, AMÂNCIO E AMARAL

Além dos equipamentos também foi realizado treinamento de 10 horas em segurança, operação e manutenção das máquinas para cumprir a meta de valorizar as atividades de cultivo dos Guarani.

As comunidades indígenas de Itanhaém, Canelinha, Amâncio e Amaral receberam em dezembro de 2016, como parte das ações do Subprograma de Gestão Territorial e Ambiental do Contorno Rodoviário de Florianópolis, três tratores e três arados.

As aldeias de Amâncio e Amaral, que são próximas, farão uso compartilhado de um dos conjuntos de equipamentos. Além disso, para cumprir a meta de valorizar as atividades de cultivo dos Guarani, os indígenas responsáveis por operar os equipamentos também receberam treinamento de 10 horas em segurança, operação e manutenção das máquinas.

A realização deste Subprograma é uma medida de compensação exigida pelo processo de licenciamento ambiental federal relacionado ao empreendimento.

AUTOPISTA LITORAL SUL REALIZA PRIMEIRO CICLO DE OFICINAS PARA COMUNIDADE INDÍGENA NAS ALDEIAS DO MORRO DOS CAVALOS E AMARAL

AUTOPISTA LITORAL SUL REALIZA PRIMEIRO CICLO DE OFICINAS PARA COMUNIDADE INDÍGENA NAS ALDEIAS DO MORRO DOS CAVALOS E AMARAL

Oficinas tiveram a participação de cerca de 80 indígenas em atividades que exemplificaram o conceito de saúde única para garantir níveis melhores de saúde para todos.

A Autopista Litoral Sul realizou, no final de outubro, o primeiro ciclo de oficinas educativas sobre Saúde Única nas aldeias. Estas oficinas fazem parte do Subprograma de Apoio a Saúde e Saneamento do Componente Indígena do Contorno Rodoviário de Florianópolis, que entre outras atividades busca realizar o controle de zoonoses – doenças transmitidas ao ser humano por animais – nas aldeias.

“Tivemos uma excelente participação da comunidade indígena, com uma repercussão muito positiva das oficinas”, comenta Ana Lúcia Martendal, da ONG Organização Bem Animal (OBA!), e coordenadora do projeto nas comunidades indígenas.

As oficinas tiveram a participação de cerca de 80 indígenas e as atividades desenvolvidas foram educativas e orientativas relacionadas a saúde dos animais de companhia presentes nas aldeias, cuidados básicos, bem estar animal e prevenção de doenças. A OBA! reforçou o conceito das cinco liberdades de bem-estar animal: liberdade de sede, fome e má-nutrição, liberdade de dor, ferimentos e doença, liberdade de desconforto, liberdade para expressar comportamento natural e liberdade de medo e angústia.

O controle de zoonoses contempla ainda a castração dos animais que vivem nas aldeias e será desenvolvido por mais 3 anos. “No final do trabalho, conseguimos um pacto de responsabilidade que irá beneficiar os seres humanos e os animais”, indica.

A realização deste subprograma é uma medida de compensação exigida pelo processo de licenciamento ambiental federal relacionado ao empreendimento.